Terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Operação Penalidade Máxima entra na terceira fase com nova investigação de manipulação de jogos 

Nesta terça (28) o Ministério Público de Goiás, MP GO, deu início a Operação Penalidade Máxima III ao cumprir mandados de busca

Postado em: 29-11-2023 às 22h53
Por: Larissy Summer Santos
Imagem Ilustrando a Notícia: Operação Penalidade Máxima entra na terceira fase com nova investigação de manipulação de jogos 
(Foto: Divulgação/MPGO)

Nesta terça (28) o Ministério Público de Goiás, MP GO, deu início a Operação Penalidade Máxima III ao cumprir mandados de busca e apreensão em oito cidades de cinco estados diferentes. Sendo elas Goiânia (GO), Bataguassu (Mato Grosso do Sul), Campina Grande (Paraíba), Nilópolis (Rio de Janeiro), Santana do Parnaíba (São Paulo), São Paulo, Volta Redonda (Rio de Janeiro) e Votuporanga (São Paulo).

As ações que aconteceram nesta terça são um desdobramento da Operação Penalidade Máxima I e II. A investigação averiguar possíveis condutas ilegais que podem caracterizar como organização criminosa por fraude em resultados de partidas de futebol, previsto na Lei n°12.850/13 e nos arts. 198 e 199 da Lei Geral do Esporte, de acordo com o MP-GO. 

De acordo com o Ministério Público de Goiás, sete partidas estão sendo investigadas nesta fase. Uma das partidas é do Brasileirão Série A de 2022, Avaí x Flamengo e duas partidas da Série B, Náutico x Sampaio Corrêa e Náutico x Criciúma. 

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As outras partidas são dos Estaduais deste ano, Campeonato Goiano: Goiânia x Aparecidense e Goiás x Goiânia. Campeonato Paraibano: Nacional x Auto Esporte e Sousa x Auto Esporte. 

Penalidade Máxima

No final do ano de 2022 o Ministério Público de Goiás investiga fraudes em jogos. Os atletas eram aliciados pelos criminosos que prometiam dinheiro por penalidades específicas como penaltis, cartões amarelos e vermelhos e até placar parcial da partida. Com isso, integrantes lucravam em sites de apostas esportivas. 

O presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, foi o responsável pelo início da investigação e entregou as provas ao MP-GO.

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