Quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Segundo grupo com 48 repatriados da Faixa de Gaza chega ao Brasil

Ao todo, 48 pessoas, incluindo 11 com dupla cidadania (Brasil-Palestina) e 37 palestinos, parentes de cidadãos brasileiros foram recepcionados pelo repatriados

Postado em: 11-12-2023 às 07h47
Por: Ícaro Gonçalves
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Ao todo, 48 pessoas, incluindo 11 com dupla cidadania (Brasil-Palestina) e 37 palestinos, parentes de cidadãos brasileiros foram recepcionados pelo repatriados | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Na madrugada desta segunda (11/12), chegou ao Brasil o segundo grupo de brasileiros e familiares repatriados da Faixa de Gaza. Ao todo, 48 pessoas, incluindo 11 com dupla cidadania (Brasil-Palestina) e 37 palestinos, parentes de cidadãos brasileiros foram recepcionados pelo repatriados.

O voo de volta foi em uma aeronave KC-30, da Força Aérea Brasileira (FAB), que decolou do Cairo, capital do Egito, por volta das 19h de domingo (10) e pousou às 3h47 na Base Aérea de Brasília.

Entre os asilados, estão 27 crianças e adolescentes, 17 mulheres, incluindo duas idosas, e quatro homens adultos. Uma jovem de 22 anos que já estava no Egito se juntou aos resgatados de Gaza e embarcou neste mesmo voo. Ela é filha de uma das integrantes do grupo de repatriados em Gaza.

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Segundo o Itamaraty, da lista de 102 pessoas enviada pelo Brasil às autoridades israelenses, 24 não tiveram autorização para cruzar a fronteira, incluindo sete palestino-brasileiros. A maioria dos barrados é de homens.

O governo brasileiro não soube informar o motivo de eles terem sido impedidos, por Israel, de atravessar a fronteira. No momento, segundo o Palácio do Planalto, não há previsão de novo voo de repatriação.

“Em um primeiro momento, eles ficarão de dois a três dias em Brasília. A primeira etapa é do apoio psicológico, de imunização, de estabelecer contato com familiares e parentes e a questão da documentação. Alguns vão para as casas de familiares e amigos. Os que estiverem sem referência serão abrigados no Sistema de Assistência Social”, afirmou o secretário nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), André Quintão.

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