Casimiro aposta na inovação e alcança audiência expressiva na Copa do Mundo

Partida de abertura, entre Catar e Equador, teve um milhão de espectadores simultâneos no Youtube

Postado em: 24-11-2022 às 09h32
Por: Mariana Fernandes
Partida de abertura, entre Catar e Equador, teve um milhão de espectadores simultâneos no Youtube | Foto: Divulgação/ Prêmio eSports

Com a Copa do Mundo, o streamer Casimiro tem alcançado números expressivos de audiência no Youtube e na Twitch, em parceria com a Fifa. No jogo de abertura, entre Catar e Equador, a transmissão em seus canais na internet chegaram a alcançar quase um milhão de espectadores simultâneos. Ao destacar os melhores momentos das partidas, o streamer se destaca nas coberturas dos mundiais. 

Para a abertura da Copa, Casimiro investiu em uma equipe para as transmissões. Nomes como Juninho Pernambucano, Denílson, zagueiro Edmilson e o lateral Marcelo vão comentar os jogos, além de Luís Felipe Freitas e Chico Pedrotti no quadro de narradores. Para completar, os repórteres André Hernan, Alexandre Oliveira e Isabella Pagliari, ligados diretamente do Catar.

Além do direito de transmitir 22 partidas do Mundial, o jornalista também exibe, por meio do seu canal “Corte do Casimiro”, os gols e jogadas importantes do jogo. Os ‘reacts’ da derrota da Argentina para a Arábia Saudita fez muito sucesso e já bateu mais de 400 mil visualizações.

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“O sucesso de Casimiro é fruto dessa descentralização. É uma transmissão bem diferente da que temos em canais tradicionais e atende a um público específico. Além disso, vem de um trabalho consistente de construção de audiência há 3 anos nos canais dele, com um público que sabe bem o que ele oferece. Foram muitos jogos feitos antes, o que preparou para esse evento e para esse sucesso que ele colhe agora”, explica o especialista em inovação e novas tecnologias do esporte e entretenimento, Bruno Maia.

De acordo com o especialista, neste novo cenário, o consumo é pensado para atingir audiências que têm possibilidade de customizar suas rotinas e seu entretenimento. “Não são mais reféns de uma programação única típica da comunicação de massa, que lhes impunha narrativas. O esporte é rico demais em possibilidades de gerar histórias pra que a gente siga apenas discutindo o placar do jogo e a próxima rodada. Este futuro já chegou e a prova está aí na democratização das transmissões”.

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