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Cidades

Criança morre afogada em condomínio de luxo em Goiânia

Postado em: 03-10-2019 às 17h17
As tentativas de reanimação aconteceram na portaria do residencial, mas a criança não resistiu e foi a óbito; administração do Aldeia do Vale refutou se tratar de 3º caso – Foto: divulgação.

Nielton Soares

Uma menina de 2 anos morreu afogado, nesta quinta-feira (3), em uma piscina do condomínio Aldeia do Vale, localizado na Avenida Floresta, próximo à BR-153, em Goiânia, na saída para Anápolis.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima ficou por aproximadamente 15 minutos debaixo d’água. Ela já estava inconsciente quando foi retirada da piscina por moradores.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foram até o local e auxiliaram nos primeiros socorros, que aconteceram ainda na portaria do condomínio. Houve tentativas de reanimação, mas a criança não resistiu.

Os bombeiros chegaram a acionar o helicóptero da corporação para tornar o transporte até o hospital mais rápido. O menino seria filho de uma funcionária de uma das residências.

Em nota, o presidente da Associação dos Amigos do Aldeia do Vale (Saalva), Sérgio Cecílio, lamentou "profundamento o acidente ocorrido", confirmando que o fato aconteceu em uma piscina residencial, e que foram tomadas todas as providências necessárias pela equipe de segurança do condomínio, assim que souberam do caso. Além disso, enfatizou que esse episódio não se trata de 'terceiro caso de afogamento" no Aldeia do Vale.     

Nota na íntegra 

A Associação dos Amigos do Aldeia do Vale (Saalva) lamenta profundamente o acidente ocorrido na tarde desta terça-feira, 3 de outubro, com uma criança de dois anos e meio, filha de uma funcionária de uma das casas do residencial. O acidente ocorreu na piscina da residência, portanto, em unidade privativa, e não em área comum do condomínio. 

Tão logo registrado o ocorrido, a equipe de segurança da Saalva acionou os serviços de socorro (Samu, Bombeiros e apoio do Graer da PM), mas já no local prestou os primeiros socorros à criança, com auxílio, inclusive, de uma médica que reside no condomínio. A mãe também recebeu amparo. Todas as informações pertinentes ao caso estão sendo repassadas às autoridades.

Não procede a informação, divulgada inicialmente por alguns veículos de imprensa, de que este seria o terceiro caso de afogamento. Não há nenhum registro anterior de qualquer acidente de afogamento no residencial. Mais uma vez, manifestamos nosso consternamento à família enlutada.





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