sexta-feira, 24 de abril de 2026
Justiça

Entenda por que o STJ manteve a prisão de MC Ryan SP, Poze do Rodo e dono da Choquei

MC Ryan SP e Poze do Rodo seguem detidos após decisão do STJ; entenda

Otavio Augustopor Otavio Augusto em 23 de abril de 2026
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Foto: Divulgação

A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão preventiva dos funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo. Os artistas seguem detidos no âmbito da investigação conduzida pela Polícia Federal. O caso integra a Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com atuação em diferentes estados.

A manutenção da prisão ocorre após análise dos pedidos apresentados pelas defesas. No entendimento da Justiça, permanecem os requisitos que justificam a medida cautelar. Sendo assim, os investigados continuam à disposição das autoridades.

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Foto: Divulgação

Operação investiga movimentação bilionária

A Operação Narco Fluxo foi deflagrada na quarta-feira (15/4). Ao todo, foram cumpridos 45 mandados judiciais em diversas cidades do país. A ação resultou na prisão preventiva de 39 suspeitos.

Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado teria movimentado valores expressivos no Brasil e no exterior. As apurações indicam que o montante pode ultrapassar R$ 1,6 bilhão. Além disso, há indícios de utilização de atividades legais, como shows e publicidade, para ocultar a origem de recursos.

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Entre os alvos também está Raphael Sousa Oliveira, responsável pelo perfil Choquei, além de outros influenciadores digitais.

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Foto: Divulgação

Medidas judiciais e apreensões

Durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Federal realizou apreensões de bens e documentos. Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial. Ou seja, ativos financeiros e itens de valor foram bloqueados ou sequestrados.

As investigações apontam que o grupo utilizaria estruturas financeiras para ocultar e dissimular recursos. Entre os materiais apreendidos estão equipamentos eletrônicos e registros que podem auxiliar no aprofundamento das apurações.

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Foto: Divulgação

Os investigados podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Defesa contesta legalidade das prisões

Por outro lado, as defesas dos investigados afirmam que houve irregularidades no cumprimento dos mandados de prisão. Os advogados sustentam que as medidas adotadas não observaram requisitos legais.

Além disso, a defesa informou que pretende apresentar novos pedidos à Justiça. O objetivo é tentar reverter a prisão preventiva dos envolvidos.

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Foto: Divulgação

Apesar das alegações, até o momento, a decisão do STJ mantém a validade das prisões. O caso segue em análise nas instâncias judiciais.

Investigação segue em andamento

A Polícia Federal continua a apuração para identificar a estrutura completa do suposto esquema. As investigações buscam esclarecer o papel de cada envolvido e o fluxo financeiro das operações.

Com isso, novas diligências podem ser realizadas. O andamento do caso dependerá da análise de provas, depoimentos e documentos coletados ao longo da operação.

Enquanto isso, os investigados permanecem presos. A Justiça ainda deverá avaliar novos pedidos apresentados pelas defesas nos próximos dias.

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