sexta-feira, 15 de maio de 2026
Crime Bárbaro

Polícia Civil prende suspeitos de matar mulher com extrema violência em Goiânia; imagens fortes mostram crime brutal

Investigação aponta que integrantes de organização criminosa gravaram a execução e compartilharam áudios antes e depois do assassinato

Renata Ferrazpor Renata Ferraz em 14 de maio de 2026
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Divulgação

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), deflagrou nesta quinta-feira (14) a Operação Ordem Expressa para cumprir quatro mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão em Goiânia. Os investigados são suspeitos de participação no homicídio qualificado e ocultação de cadáver de uma mulher, executada em um contexto ligado à atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e homicídios.

Segundo as investigações, os criminosos planejaram a execução por meio de áudios enviados antes do assassinato. Em uma das gravações obtidas pela polícia, um dos suspeitos determina a morte da vítima e afirma: “Pega qual que é o nome da mulher (…) pega lá pra matar (…) amarra no poste e põe fogo (…) é meu nome que vai em jogo nessa desgraça.” Em outro trecho, o investigado reforça a ordem ao dizer: “Pra matar na quebrada lá pra todo mundo ver.”

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Crime com extrema violência

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De acordo com a DIH, a vítima foi assassinada com extrema violência, mediante decapitação e posterior carbonização parcial do corpo. Além disso, toda a ação criminosa foi registrada em vídeo pelos próprios investigados.

Após o homicídio, os suspeitos ainda trocaram mensagens e áudios comemorando a execução. Em uma das gravações, um deles afirma: “Pilantra morre desse jeito aí mesmo (…) gritando socorro.” Em outro trecho, o suspeito faz referência direta à decapitação da vítima ao dizer: “Tira a cabeça (…) eu mandei você tirar a cabeça.”

A Polícia Civil informou que a operação busca identificar todos os envolvidos no crime e aprofundar as investigações sobre a atuação da organização criminosa em Goiânia. Os presos poderão responder por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e participação em organização criminosa.

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