sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Frio em Goiás: veja os cuidados na hora de dar banho no cachorro sem resfriá-lo

Especialistas alertam que o banho não deve ser abandonado nos dias frios, mas exige atenção com horário, temperatura da água e secagem

Bia Salespor Bia Sales em 5 de junho de 2026
Frio em Goiás: veja os cuidados na hora de dar banho no cachorro sem resfriá-lo
(Imagem: Reprodução)

As temperaturas mais baixas registradas nos últimos dias em Goiás têm levantado uma dúvida comum entre os tutores: afinal, cachorro pode tomar banho no frio?

Segundo orientações de especialistas em saúde animal, a resposta é positiva. O banho continua sendo importante para a higiene e o bem-estar dos pets, mas deve ser realizado com alguns cuidados específicos para evitar problemas causados pelas baixas temperaturas.

A principal recomendação é escolher os horários mais quentes do dia para realizar o banho. Entre o fim da manhã e o início da tarde, o clima costuma estar mais agradável, reduzindo o risco de desconforto térmico para o animal.

A água utilizada também deve estar morna. Especialistas alertam que água fria pode favorecer a queda da temperatura corporal do pet, enquanto água muito quente pode causar irritações na pele.

Outro cuidado importante é realizar o banho em local protegido do vento e do frio. Ambientes fechados ajudam a evitar mudanças bruscas de temperatura durante o procedimento.

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Após o banho, a secagem completa é considerada uma das etapas mais importantes. O excesso de umidade nos pelos pode favorecer problemas de pele e aumentar o desconforto térmico dos animais. Por isso, além da toalha, o uso de secador em temperatura moderada costuma ser recomendado.

Para cães idosos, filhotes ou que apresentam alguma condição de saúde, o banho a seco pode ser uma alternativa em períodos de frio intenso. A técnica ajuda a manter a higiene sem a necessidade de molhar completamente o animal.

Sinais de que o cachorro está com frio

  • Tremores frequentes;
  • Corpo encolhido;
  • Busca constante por cobertores e locais aquecidos;
  • Menor disposição para brincar ou passear;
  • Extremidades frias, como patas e orelhas.

Ao observar esses sinais, os tutores devem procurar manter o animal aquecido e, se necessário, buscar orientação veterinária.

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