O que Taylor Swift fez nos últimos anos para se tornar a cantora mais rica do mundo
Forbes estima fortuna da artista em US$ 2 bilhões; The Eras Tour e recompra dos masters por US$ 360 milhões estão entre os principais fatores do crescimento
Taylor Swift alcançou um novo patamar no mercado da música. A cantora norte-americana teve sua fortuna estimada em US$ 2 bilhões pela Forbes e passou a ser apontada como a cantora mais rica do mundo. O marco reforça a dimensão econômica de uma carreira que transformou discos, palcos e direitos autorais em estrutura bilionária.
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O principal impulso veio da The Eras Tour, turnê que passou por diferentes países, incluindo o Brasil, e se consolidou como a mais lucrativa já registrada. O projeto ultrapassou o formato tradicional de shows ao movimentar bilheterias, produtos oficiais, cinema e plataformas digitais.
A força da turnê se conecta a uma das decisões mais estratégicas da carreira de Taylor. Em 2025, a cantora recomprou os direitos de suas gravações originais, os masters, em negociação estimada em US$ 360 milhões. A aquisição devolveu à artista o controle sobre parte central de sua obra após anos de disputa pública em torno da propriedade do catálogo.
O crescimento da fortuna é sustentado também pela regularidade de lançamentos. Álbuns como The Tortured Poets Department e The Life of a Showgirl mantiveram Taylor no centro das conversas sobre música pop, com reflexos nas vendas e no streaming.
O novo marco confirma um modelo em que o artista também ocupa o lugar de estrategista do próprio negócio, unindo turnês recordistas, catálogo valorizado e controle sobre a produção.