Conmebol rejeita ‘Lei Vini Jr.’ para Libertadores e Sul-Americana
Entidade sul-americana não adotará regra que prevê expulsão por esconder a boca durante discussões e seguirá modelo utilizado pela Uefa
A Conmebol anunciou que não adotará a chamada “Lei Vini Jr.” nas disputas da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana. A medida, implementada pela International Football Association Board (IFAB) durante a Copa do Mundo de 2026, prevê punição para atletas que cubram a boca durante discussões ou provocações em campo, dificultando a identificação de possíveis insultos racistas.
Como a aplicação da regra ficou a critério de cada confederação continental, a entidade sul-americana decidiu não utilizá-la em suas competições. A decisão segue a mesma linha adotada pela Uefa no futebol europeu.
Conmebol vai adotar outras regras
Apesar da rejeição à nova norma, a Conmebol confirmou que colocará em prática outras mudanças aprovadas recentemente pela IFAB. As alterações passam a valer a partir das fases eliminatórias da Libertadores e da Sul-Americana e têm como objetivo reduzir a perda de tempo e aumentar a fluidez das partidas.
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Entre as principais novidades está o limite para reposição de bola em laterais e tiros de meta. Caso o árbitro entenda que há atraso intencional, o jogador terá apenas cinco segundos para reiniciar a partida. Em caso de descumprimento, a posse será revertida ao adversário ou transformada em escanteio.
Também haverá mudanças nas substituições. O atleta substituído deverá deixar o campo em até dez segundos. Se exceder esse tempo, o substituto ficará impedido de entrar por um minuto.
A Conmebol ainda ampliará o alcance do VAR, que poderá corrigir marcações equivocadas de escanteio e revisar segundos cartões amarelos aplicados de forma incorreta.
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