sexta-feira, 31 de julho de 2026
Eduardo Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro chora em inauguração de emissora nos EUA e diz temer prisão

Ex-deputado afirmou ser alvo de perseguição, criticou adversários e integrantes da direita e voltou a atacar o deputado Kim Kataguiri durante evento nos Estados Unidos

Eduardo Silvapor Eduardo Silva em 31 de julho de 2026 às 16:33
Eduardo Bolsonaro chora em inauguração de emissora nos EUA e diz temer prisão
Foto: Divulgação

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) se emocionou durante discurso na inauguração da TLTV, apresentada como a primeira emissora brasileira em sinal aberto nos Estados Unidos, realizada na quinta-feira (30). Ao falar sobre sua situação política, ele afirmou ser alvo de perseguição, disse temer uma eventual prisão caso retorne ao Brasil e chorou ao mencionar a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O evento reuniu aliados do ex-parlamentar, entre eles o blogueiro Allan dos Santos, fundador da emissora, e o ex-deputado Alexandre Ramagem. Durante o discurso, Eduardo afirmou que acompanha casos de pessoas próximas que enfrentam processos judiciais e declarou que precisou adotar medidas preventivas junto a organismos internacionais, como a Interpol, além de arcar com elevados custos advocatícios. Em outro momento, disse que, apesar das dificuldades, continua decidido a seguir atuando politicamente.

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Na fala, o filho do ex-presidente também criticou integrantes da direita que, segundo ele, questionam a atuação de sua família na política. Eduardo afirmou que muitos ignoram a situação de pessoas investigadas pelos atos de 8 de janeiro e as restrições impostas a Jair Bolsonaro. Em tom de desabafo, rebateu críticas de que familiares do ex-presidente estariam buscando vantagens políticas ao disputar cargos eletivos.

O ex-deputado ainda direcionou ataques ao deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), ao comentar a repercussão de rumores envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL). Eduardo afirmou que gostaria de “pegar de porrada” o parlamentar quando voltar ao Brasil. Em resposta, Kim desafiou o adversário a retornar ao país e o classificou como “frouxo” e “fraco”, afirmando que ele deixou o Brasil após representação que pedia sua prisão.

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