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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Pode atrasar mais

Relator do Orçamento de 2025 acha muito difícil a votação acontecer no dia 11

A LOA de 2025 deveria ter sido aprovada no fim do ano passado pelo Congresso, mas questões políticas provocaram atrasos 

Postado em 26 de fevereiro de 2025 por Raunner Vinicius Soares
senado federal
Senado Federal. Foto: Divulgação

Apesar do deputado federal Júlio Arcoverde (PP), presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), ter informado em reunião que a votação do Orçamento de 2025 seria na terça-feira (11), em março, o senador Angelo Coronel, que é relator, por outro lado, acha muito difícil que ocorra neste dia. Angelo afirma que provavelmente a votação deve acontecer somente no dia 17.  

Em entrevista, o senador disse que no dia 11 os líderes partidários devem se reunir para buscar consenso sobre alguns pontos do relatório ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 e tentar definir uma “projeção de se votar o Orçamento”. Angelo ainda informa que vai conversar com o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre, para que a matéria seja votada no dia 17, tanto na CMO como no Plenário.  

“Acho muito difícil acontecer no dia 11. Dia 11 nós deveremos conversar com os líderes, começar a ajustar alguns pontos, e o mais provável é que venha a ser votado na semana seguinte, a semana do dia 17. Vou combinar com […] Davi Alcolumbre para que a gente possa votar na CMO e, em seguida, votarmos no Plenário. Mas primeiro, temos que acordar isso com o presidente do Congresso, […] porque é ele quem faz a convocação para o Plenário”, diz o relator.  

Leia mais: Senado marca a votação do orçamento de 2025

De acordo com informações do Senado Federal, a LOA de 2025 deveria ter sido aprovada no fim do ano passado pelo Congresso, mas questões políticas provocaram atrasos, como a votação da PEC do Corte de Gastos e a exigência de transparência, pelo Supremo Tribunal Federal, da execução das emendas parlamentares. Quando o Congresso não aprova o Orçamento em dezembro, o Poder Executivo fica autorizado a realizar apenas despesas essenciais ou obrigatórias.  

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