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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
ATUALIZAÇÃO

Síndico suspeito de envolvimento na morte de corretora é levado para Caldas Novas

O filho do síndico, Maicon Douglas de Oliveira, permanece na Delegacia Estadual de Captura, em Goiânia, onde os dois estavam custodiados até então

Nívia Menegatpor Nívia Menegat em 30 de janeiro de 2026
corretora
Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou ter matado a corretora Daiane Alves. (Imagem: Reprodução)

O síndico Cléber Rosa de Oliveira deixou a Delegacia Estadual de Captura, no início da tarde desta sexta-feira, às 12h54, e está sendo levado em comboio policial para Caldas Novas (GO). Apenas ele foi transferido. O filho do síndico, Maicon Douglas de Oliveira, permanece na Delegacia Estadual de Captura, em Goiânia, onde os dois estavam custodiados até então.

Até o momento, não há informações oficiais sobre quais procedimentos serão realizados no município, nem se Cléber permanecerá em Caldas Novas ou se retornará para Goiânia após a ação. Nossa reportagem entrou em contato com a Polícia Civil e com o delegado responsável pelo caso, mas, até o fechamento desta reportagem, não houve retorno.

Assassinato de corretora em Caldas Novas

A Polícia Civil de Goiás investiga o assassinato da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, após o síndico do condomínio onde ela morava, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessar o crime. O corpo da vítima foi localizado nesta quarta-feira (28) em uma área de mata, depois de mais de 40 dias de buscas. A investigação avançou após a polícia identificar contradições no depoimento inicial do síndico e analisar imagens de câmeras de segurança que o mostram deixando o condomínio na noite do desaparecimento.

Segundo a Polícia Civil, Cléber afirmou ter matado Daiane após uma discussão no subsolo do prédio, local onde a corretora foi vista pela última vez, em 17 de dezembro de 2025. De acordo com as investigações, os dois mantinham um histórico de conflitos, envolvendo denúncias de perseguição, interrupções no fornecimento de energia e agressões. Ao todo, existem 12 processos judiciais relacionados ao caso, incluindo ações por calúnia, difamação e lesão corporal.

Informações preliminares apontam que Cléber foi transferido para Caldas Novas para auxiliar nas investigações, especialmente para esclarecer o que ocorreu no curto intervalo de tempo entre a saída de Daiane do elevador e a entrada de outra pessoa no local. No entanto, a polícia ainda não confirmou oficialmente o motivo da transferência, nem se o investigado permanecerá na cidade ou retornará para Goiânia.

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