Coluna

Deputado continua na base, mas PTC mantém apoio a Caiado

Publicado por: Sheyla Sousa | Postado em: 05 de maio de 2018

O deputado estadual Claudio Meirelles trocou o PR pelo PTC,
durante a janela partidária e agora fica entre o apoio confirmado do partido à
pré-candidatura do senador Ronaldo Caiado (DEM) e a posição de aliado ao
governador e também pré-candidato, José Eliton (PSDB), na Assembleia
Legislativa. A sigla é presidida em Goiás pelo irmão de Cláudio, Fernando
Meirelles, que anunciou com antecedência o apoio a Caiado. “O presidente me
escuta, mas não tem escutado ultimamente. A decisão foi tomada lá atrás porque
o PTC fazia parte da base e, de um momento para outro, o governador Marconi
Perillo (PSDB) abriu mão do partido. Aí a legenda foi buscar o seu espaço”,
conta o deputado, que reclama da exoneração de cargos indicados por ele e pelo
partido ainda na gestão de Marconi, em 2017. “Política é assim: espaço. Temos
duas frentes no estado, base e oposição, e hoje o Fernando é auxiliar do
prefeito Iris Rezende. Daqui até as convenções temos muito tempo para
conversarmos e definirmos o que será a melhor opção”, afirma Cláudio.

Conta maior

A Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de
Serviços Públicos (AGR) aprovou reajuste tarifário anual da Saneago. A decisão
autoriza aumento médio nas contas de água e esgoto em 3,37%.

Base de cálculo

O índice foi calculado com base na recomposição tarifária de
2017 e considera a inflação do ano passado. O Índice Nacional de Preços ao
Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, fechou o ano passado em 2,95%.

STJ manda prender
Carlinhos Cachoeira

O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça
(STJ), determinou a prisão do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, por fraudes na
Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). O empresário está atualmente em
prisão domiciliar, em residência no Condomínio Fechado Alphaville, em Goiânia,
em razão de acusações em outros processos. Nefi Cordeiro atendeu a um pedido do
Ministério Público considerando o entendimento do Supremo Tribunal Federal
(STF) que autorizou a execução provisória da pena para condenações a partir de segunda instância. Na
mesma decisão, o ministro rejeitou, contudo, outro pedido do Ministério
Público, para execução da pena de Waldomiro Diniz, ex-assessor do Palácio do
Planalto, por entender que ainda há recurso pendente de análise na Justiça. Em
2012, Cachoeira e Waldomiro foram condenados a 8 e a 12 anos de prisão,
respectivamente, pela 29ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, por corrupção e
fraude em uma licitação da Loterj. Waldomiro pediu R$ 1,7 milhão ao empresário
como propina.

CURTAS

Lixão ou aterro?
A senadora Lúcia Vânia (PSB) recebeu projeto de aterro que atenderá Cachoeira
de Goiás, Turvânia, São Luís de Montes Belos e Firminópolis.

Seleção – a Goiás
Fomento tem credenciamento aberto para escritórios correspondentes no
interior. Edital no www.goiasfomento.com

Negativas ­– Após
o ministro da Segurança, Raul Jungmann, agora a Defensoria Pública de Goiás
questiona as celas modulares. “Não soluciona o problema”, diz em nota.

Trabalho conjunto

O presidente da Agehab, Cleomar Dutra, teve teunião com o
Conselho Tutelar de Campinas para ouvir e encaminhar demandas por equipamentos
sociais na região do Residencial Nelson Mandela, no Conjunto Vera Cruz II, Região
Oeste de Goiânia.

Viabilização

A maior demanda é por escolas de ensino fundamental e
centros de educação infantil (Cmeis). Cleomar Dutra informou os conselheiros
sobre o andamento das negociações em curso com a Prefeitura para construção de
três Cmeis.

Partes definidas

Os equipamentos serão construídos em áreas cedidas pelo
Município, com recursos garantidos pelo Ministério das Cidades e Caixa
Econômica Federal. Nesta parceria, a Agehab fará o chamamento das construtoras
e acompanhará a execução da obra.

Passou!

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da
Assembleia Legislativa aprovou, nesta semana projeto de lei apresentado pelo
deputado estadual Francisco Junior (PSD) que define fiscalização sobre
objetivos doados a crianças em Goiás.

Polêmica

O texto foi apresentado ainda em mês de dezembro de 2017,
logo após polêmica nas redes sócias por conta da doação no Natal de bonecos e
bonecas com identificação sexual.

Linha da letra

O projeto obriga criação de comissões para “avaliar a
conformidade de materiais didáticos, livros, mochilas e brinquedos adquiridos
com recursos públicos com o propósito de doação a crianças”.  

 

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