Quinta-feira, 09 de fevereiro de 2023

Justiça determina exame de insanidade mental para estudante acusada de atear fogo em colega

Islane alegou que na época do crime, sofria bullying por conta do bronzeado, mas a polícia não conseguiu identificar nenhum contato entre as duas

Postado em: 22-07-2022 às 10h42
Por: Mariana Fernandes
Islane alegou que na época do crime, sofria bullying por conta do bronzeado, mas a polícia não conseguiu identificar nenhum contato entre as duas | Foto: Reprodução / Redes Sociais

A estudante, Islane Pereira Saraiva Xavier, acusada de atear fogo em colega de 17 anos em uma escola de Goiânia, ainda está presa por decisão da Justiça. O crime aconteceu no dia 31 de março no Colégio Estadual do Setor Palmito. 

Islane alegou que na época do crime, sofria bullying por conta do bronzeado, mas a polícia não conseguiu identificar nenhum contato entre as duas. A Polícia Civil disse que depois do ataque , Islane andou calmamente para a sala de aula, onde foi encontrada pelos policiais com duas facas. 

A vítima que ficou com quase 50% do corpo queimado, ficou uma pouco mais de dois meses internado no Hospital de Urgência Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e deixou a unidade no dia 7 de junho. 

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Islane responde por tentativa de homicídio e passará por um exame de insanidade mental. A defesa da estudante pediu à Justiça que a prisão fosse substituída por medidas restritivas, e foi negado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara. 

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Na decisão o juiz apontou que Islane ‘’se mostrou extremamente cruel com a vítima, lançando álcool e ateando fogo em seu corpo, posto que a vítima, de dezessete anos, agonizou até a chegada de socorro médico, sobrevivendo’’.

A justiça aguarda pelo exame de insanidade mental, para que assim, defina se a jovem será julgada pelo júri popular.

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