O que se sabe até agora sobre as explosões no STF
Um homem se explodiu em frente o STF, em Brasília
- Na noite de quarta-feira (13), duas fortes explosões foram registradas perto do Supremo Tribunal Federal (STF) e no Anexo 4 da Câmara dos Deputados, em Brasília. Um carro também explodiu no local.
- O responsável pelas explosões foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, conhecido como “Tiü França”, ex-candidato a vereador pelo Partido Liberal (PL) em Santa Catarina. Ele já tinha passagens pela polícia e era dono do carro envolvido.
- A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito sobre o caso, sob supervisão do ministro Alexandre de Moraes, para apurar o atentado como um possível ato terrorista e investigar se houve apoio logístico e financeiro ao autor.
- O suspeito usou bombas que se assemelhavam à granadas, “bombas-tubo”, bombas de acionamento remoto, fogos de artifício (no carro, com tijolos de apoio) e artefato que lembra um lança chamas
- A polícia trabalhou para desativar explosivos plugados no corpo dele, e agentes seguiram uma operação de varredura antibombas no local durante toda a noite.
- Agentes fizeram buscas na casa utilizada por ele, em Ceilândia, no trailer e no carro. Os policiais encontraram uma caixa enterrada, que está sendo periciada.
- Após as explosões, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ativou o Plano Escudo, permitindo a atuação do Exército nos palácios do Planalto, da Alvorada, do Jaburu e da Granja do Torto sem a necessidade de uma operação formal de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
- A PF investiga conexões com atos extremistas e trata o atentado como mais um alerta sobre atividades violentas ligadas ao radicalismo e ao desrespeito à ordem democrática no país.
Siga o Canal do Jornal O Hoje e receba as principais notícias do dia direto no seu WhatsApp! Canal do Jornal O Hoje.