quinta-feira, 2 de julho de 2026
Investigação

Operação Último Lance combate o tráfico de drogas entre estados

A Operação Último Lance, tem o intuito de enfrentar o tráfico interestadual de entorpecentes nas cidades de Anápolis (GO), Goiânia (GO), Macapá (AP), Pouso Alegre (MG) e Belém (PA)

Letícia Leitepor Letícia Leite em 11 de dezembro de 2024
Operação Último Lance combate o tráfico de drogas entre estados
Objetivo da operação foi cumprir 14 mandados judiciais, dos quais quatro eram de prisão temporária. Foto: Polícia Civil

Na manhã da terça-feira, 10 de novembro, a Polícia Civil de Goiás, através do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos e do Grupo Especial de Investigações Criminais de Anápolis – 3ª DRP, deu início à Operação Último Lance, com o intuito de enfrentar o tráfico interestadual de entorpecentes nas cidades de Anápolis (GO), Goiânia (GO), Macapá (AP), Pouso Alegre (MG) e Belém (PA).

A operação visou o cumprimento de 14 mandados judiciais, sendo quatro deles de prisão temporária para indivíduos suspeitos de participação no tráfico de drogas e em associações para esse fim.

A ação teve origem na análise dos dados de um celular de uma pessoa autuada durante a operação Boca Fechada – 3ª Fase. Essa investigação revelou uma conexão do suspeito com outro traficante conhecido pelo nome de Artilheiro, que usava registros telefônicos em nome de terceiros e perfis falsos para disfarçar sua verdadeira identidade.

Com essa ação, a Polícia Civil pôs fim à carreira criminosa de Artilheiro, marcando o último ato de sua atividade no mundo do crime. A operação resultou em três detenções, enquanto um quarto suspeito, que possui um mandado de prisão temporária, continua foragido. Indícios iniciais sugerem que ele pode ter saído do país.
Nas buscas realizadas, foram confiscados: dinheiro em espécie, porções de maconha e outras drogas, ferramentas utilizadas na fabricação e transformação de entorpecentes, computadores, além de uma grande quantidade de celulares e chips utilizados para aplicar golpes com novos números. Também foram apreendidos R$ 400 mil que pertenciam ao grupo criminoso.
Um detalhe interessante é que os investigados faziam uso de aplicativos de entrega de alimentos para facilitar a distribuição das drogas. As investigações continuarão a partir das informações e evidências coletadas durante a operação.
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