Mais de 9 mil mortes em Goiás expõem avanço silencioso da pressão alta
Óbitos por Infarto, Acidente Vascular Cerebral e Insuficiência cardíaca acendem alerta para os riscos da Hipertensão arterial no estado
Mais de 9 mil mortes registradas em Goiás ao longo de 2025 acenderam um alerta para o avanço silencioso da Hipertensão arterial, uma das principais responsáveis por doenças cardiovasculares. No estado, os óbitos estão majoritariamente ligados a complicações graves: foram 4.678 mortes por Infarto, 2.728 por Acidente Vascular Cerebral e 1.717 por Insuficiência cardíaca, somando 9.123 vidas perdidas.
O cenário nacional também preocupa. Em todo o Brasil, mais de 346 mil mortes foram associadas a essas condições no mesmo período, de acordo com dados da Organização Nacional de Acreditação, com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde.

Avanço silencioso da pressão alta
Conhecida por evoluir de forma silenciosa, a hipertensão raramente apresenta sintomas iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce e permite que a doença cause danos progressivos ao organismo sem que o paciente perceba. Segundo o médico intensivista Fábio Basílio, muitos casos só são identificados após episódios graves, como infarto ou AVC, quando já há comprometimento de órgãos.
A detecção antecipada é essencial para evitar complicações. Por isso, especialistas recomendam a medição regular da pressão arterial, mesmo na ausência de sintomas.
Entre os principais fatores de risco estão o sedentarismo, a má alimentação, o tabagismo, o estresse, além de doenças como diabetes e colesterol elevado.
Nos casos de AVC, sinais como dificuldade para falar, fraqueza em um lado do corpo e assimetria facial exigem atendimento imediato. Já o infarto pode se manifestar com dor no peito, falta de ar, suor frio e náuseas. Em ambas as situações, a rapidez no atendimento é determinante para reduzir sequelas e salvar vidas.
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