sexta-feira, 24 de julho de 2026
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PCDF faz megaoperação contra esquema de venda ilegal de anabolizantes e cumpre 11 prisões temporárias em Brasília

Ação da 5ª DP executa 32 mandados de busca no Distrito Federal, Goiás e Paraná para desarticular organização suspeita de distribuir esteroides e medicamentos controlados

Eduardo Silvapor Eduardo Silva em 23 de julho de 2026 às 14:34
PCDF faz megaoperação contra esquema de venda ilegal de anabolizantes e cumpre 11 prisões temporárias em Brasília
Foto: PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), deflagrou na manhã desta quinta-feira (23) uma operação para desarticular uma organização criminosa suspeita de comercializar ilegalmente esteroides anabolizantes e medicamentos de uso controlado. Ao todo, a Justiça autorizou o cumprimento de 32 mandados de busca e apreensão e decretou 11 prisões temporárias, com prazo de 30 dias, contra investigados apontados como integrantes da rede.

As diligências foram concentradas principalmente em Ceilândia e Samambaia, que somam 24 alvos, além de endereços em Taguatinga, Gama, Recanto das Emas, Santa Maria, Águas Claras, Riacho Fundo, Águas Lindas de Goiás (GO) e Foz do Iguaçu (PR). Segundo a investigação, o grupo possuía uma estrutura organizada para armazenar, distribuir e entregar os produtos, além de movimentar recursos financeiros por meio de contas bancárias de terceiros.

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A apuração teve início após uma prisão em flagrante que resultou na apreensão de uma grande quantidade de anabolizantes. A partir desse caso, os investigadores identificaram indícios de um esquema mais amplo, com divisão de funções entre fornecedores, entregadores, responsáveis por pontos de armazenamento e operadores financeiros, além da utilização de estabelecimentos comerciais para dar suporte às atividades ilícitas.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais buscam apreender anabolizantes, medicamentos controlados, celulares, computadores, mídias digitais, máquinas de cartão, documentos, comprovantes bancários, dinheiro em espécie e outros materiais que possam comprovar a atuação da organização e a possível prática de ocultação de valores provenientes da comercialização ilegal dos produtos.

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