Suspeito de matar idosa para roubar celular no Acre é preso em Aparecida de Goiânia
Homem teria fugido após o crime; telefone da vítima foi encontrado com ele durante abordagem no Cidade Vera Cruz II
Um homem suspeito de participar do assassinato de uma idosa durante um roubo no Acre foi preso na noite de segunda-feira (10), em Aparecida de Goiânia. O celular da vítima estava em posse do investigado, segundo as forças de segurança.
Quilson de Oliveira Pinheiro foi abordado no fim da tarde desta segunda-feira (10), no bairro Cidade Vera Cruz II. A prisão foi resultado do compartilhamento de informações entre a Polícia Civil do Acre, agentes de inteligência do Comando de Operações de Divisas (COD) e policiais militares do 41º Batalhão da Polícia Militar (BPM).
O investigado é suspeito de participar do latrocínio de Maria Helena de Andrade Fortes, de 60 anos. O crime aconteceu em julho, em Sena Madureira, município localizado a aproximadamente 142 quilômetros de Rio Branco.
De acordo com as investigações preliminares, Quilson teria deixado o Acre logo após o crime. As circunstâncias da fuga e a eventual participação de outras pessoas continuam sendo apuradas.
O crime no Acre
O crime foi descoberto no dia 15 de julho, depois que vizinhos sentiram um forte odor vindo da residência da vítima. O corpo de Maria Helena foi encontrado dentro do imóvel. Apesar de não haver sinais de arrombamento, a porta da casa estava trancada por fora com um cadeado. Conforme as informações policiais, a vítima foi agredida fisicamente e estrangulada.
Além do celular, os criminosos teriam levado dinheiro e cartões bancários da idosa. O caso causou grande repercussão em Sena Madureira.
Suspeito foi autuado por receptação
Após a abordagem em Aparecida de Goiânia, Quilson e o aparelho recuperado foram encaminhados à Central de Flagrantes do município. O investigado foi inicialmente autuado por receptação e permanece preso. A audiência de custódia está prevista para o início da tarde desta terça-feira (11).
A participação dele no latrocínio ainda é investigada. Até a conclusão das apurações e eventual condenação, o abordado é considerado suspeito.
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