Saúde confirma dois casos de Varíola dos Macacos em Goiás; Relembre os sintomas da doença

Neste sábado (9/7), a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) confirmou os primeiros dois casos da Varíola dos Macacos no estado. Segundo a pasta, as vítimas são homens, um de 33 e outro de 34 anos de idade, ambos moradores de Aparecida de Goiânia.

Postado em: 10-07-2022 às 09h25
Por: Ana Bárbara Quêtto
A SES também ressaltou que, embora a doença ter sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não possui mais relação com esses animais. | Foto: Reprodução

Neste sábado (9/7), a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) confirmou os primeiros dois casos da Varíola dos Macacos no estado. Segundo a pasta, as vítimas são homens, um de 33 e outro de 34 anos de idade, ambos moradores de Aparecida de Goiânia.

“Ambos estão em isolamento domiciliar, com boa evolução do quadro e sendo monitorados diariamente pela Vigilância em Saúde”, diz a SES em nota.

A Secretaria ainda afirma que os pacientes receberam atendimento médico e orientações quanto à necessidade de manter isolamento, já que a transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou materiais contaminados.

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A SES também ressaltou que, embora a doença ter sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não possui mais relação com esses animais.

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Sintomas

Os sintomas mais comuns podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão. Assim, há possibilidades de confundir a Varíola dos Macacos com uma gripe, por exemplo.

Já as erupções cutâneas na pele passam por etapas. Em um primeiro momento podem parecer sífilis, ou varicela. Após a vermelhidão, elas ganham volume e foram-se bolhas. Por fim, criam cascas.

Tratamento

Ainda não há um tratamento específico para a Varíola dos Macacos, mas os quadros clínicos costumam ser leves.

O risco de agravamento ocorre em pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes e crianças com menos de 8 anos.

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