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Política
investimento
11/10/2017 | 06h00
Empresário da soja vai instalar fábrica em Turvânia
O governador Marconi Perillo recebeu elogios do prefeito peemedebista de Turvânia, por fazer uma gestão considerada por ele “municipalista, levando obras e benefícios para todos os municípios

O prefeito de Turvânia, Fausto Mariano (PMDB), afirmou ontem, durante a inauguração da reconstrução da GO-162, pelo governador Marconi Perillo, que um mega empresário da soja acaba de adquirir cinco alqueires de terra em Turvânia, com objetivo de montar uma indústria de pesagem, secagem, armazenagem e farelo de ração soja. De acordo com o prefeito, a motivação do empresário “está na logística que o senhor implementou, ligando os municípios de Turvânia, Palminópolis e Jandaia”, revelou, falando para o governador.

O governador Marconi Perillo recebeu elogios do prefeito peemedebista de Turvânia,  por fazer uma gestão considerada por ele “municipalista, levando obras e benefícios para todos os municípios”. As declarações foram feitas durante a inauguração, hoje.

Comandada pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), a reconstrução da GO-162 recebeu R$ 9 milhões e 800 mil em investimentos. Com 50 quilômetros de extensão, a rodovia, que já era asfaltada, recebeu serviços de fresagem e reciclagem da pista, nova capa asfáltica e renovação de toda a sinalização vertical (placas) e horizontal (faixas e tachões refletivos).

Marconi Perillo afirmou estar muito satisfeito pela transformação que as obras rodoviárias imprimiram em Goiás. “Fico feliz porque estamos transformando as rodovias estaduais, todas, em rodovias de ótima qualidade. Nestes últimos quatro anos reconstruímos 6 mil quilômetros de rodovias, além daquelas que estamos construindo, concluindo e duplicando para o povo”, afirmou sob aplausos das mais de 300 pessoas que participaram da inauguração em uma tenda montada no trecho da rodovia localizado em Turvânia.

Ele agradeceu o apoio dado pelo vice-governador, José Eliton, que é o coordenador geral do Programa Goiás na Frente, a quem chamou de “companheiro, amigo, irmão”. “Faz sete anos que estamos juntos e ele nunca perguntou qual o tamanho da tarefa. Aceitou todas as tarefas sem preguiça, com raça, com coragem, com inteligência, competência, sempre me ajudando a fazer o melhor”, declarou Marconi, ao relatar a eficiência da gestão de Eliton ao coordenar o Goiás na Frente.

“Enfrentamos muitas dificuldades, muitas crises, três anos de recessão, 10% a menos de riquezas, mas na hora de cortar, cortamos e fomos criticados. Na hora de entregar, estamos obras em todos os cantos do Estado de Goiás. Obras gigantescas que muitos governadores, muitos parlamentares perguntam: ‘como é que estão conseguindo?’. Porque nós estamos juntos, unidos, com José Eliton”, completou Marconi, dirigindo-se ao vice-governador.

“O senhor é um homem republicano. Sempre que termina as campanhas, os palanques são desarmados e todos os 246 municípios recebem benefícios. É um governador que, não por acaso, se tornou o maior líder deste Estado, com quatro mandatos populares. Nunca na história de Goiás iremos presenciar um volume tão grandioso de obras, tanto do governo estadual, quanto federal, um volume tão grande de obras no município de Turvânia”, agradeceu o prefeito Fausto.

Marconi agradeceu as palavras de carinho e afirmou ser motivado a trabalhar pelo bem das pessoas, por atos administrativos e não por bravatas políticas. “Enquanto alguns gritam, xingam, querem bater nos adversários, aqui em Goiás a gente conversa com quem está em partidos adversários. A gente converge, a gente colabora, dialoga. Esse é o novo Brasil. Brasil da compreensão, do respeito, do diálogo, da tolerância”, declarou.

Para Marconi, discursos inflamados de ódio, além de não produzirem resultados, são instrumentos políticos de um passado que o Brasil não quer mais viver. “Tem muita gente que grita muito, mas na hora de fazer não faz nada. O Brasil já foi pro brejo muitas vezes por causa disto. No tempo do Jânio Quadros, no tempo do Collor, no tempo de outros, o Brasil foi para o fundo do poço porque as pessoas tinham discurso, mas não tinham experiência, não tinham prática, não tinham competência para fazer as coisas”, avaliou.  “Falar é fácil demais. Gritar, mais fácil ainda. O difícil é ter competência, ter equipe, ter aliança para fazer – e fazer bem feito, como nós estamos fazendo”, finalizou. 

Tópicos:  Turvânia,   Marconi,   Agetop

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