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Ex-presidente do BRB é transferido para a Papuda após prisão da PF

Ex-dirigente do BRB é transferido para presídio no DF após audiência de custódia

Otavio Augustopor Otavio Augusto em 16 de abril de 2026
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Foto: Divulgação

O ex-presidente do Banco de Brasília – BRB, Paulo Henrique Costa, foi transferido nesta quinta-feira (16) para o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. A medida ocorreu após prisão realizada pela Polícia Federal no mesmo dia.

A princípio, a detenção foi determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito de investigação que apura supostas irregularidades envolvendo negociações financeiras.

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Prisão e transferência

Inicialmente, após a prisão, Paulo Henrique foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal. Em seguida, ele passou por audiência de custódia, procedimento que avalia a legalidade da detenção. Posteriormente, foi transferido para o sistema prisional do Distrito Federal.

A transferência para a Papuda ocorreu ainda no período da tarde. O local é utilizado para custódia de investigados e condenados no âmbito da Justiça federal e distrital.

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Foto: Divulgação BRB

Investigação e suspeitas

De acordo com as investigações, o nome do ex-dirigente aparece em apuração relacionada à compra de carteiras do Banco Master. A Polícia Federal aponta a existência de indícios de recebimento de imóveis como contrapartida para facilitar negociações.

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Além disso, os investigadores identificaram seis imóveis vinculados ao que foi descrito como “cronograma pessoal”. Entre eles, há unidades localizadas em São Paulo e no Distrito Federal. Segundo a apuração, os pagamentos rastreados superam R$ 74 milhões.

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Foto: Divulgação

Operação e desdobramentos no BRB

O caso integra a quarta fase da operação que investiga possíveis práticas de lavagem de dinheiro e pagamento de vantagens indevidas. A apuração também envolve a atuação de outros investigados e analisa a relação entre agentes públicos e operações financeiras.

Por fim, mensagens analisadas pela Polícia Federal indicam proximidade entre os envolvidos no caso. O conteúdo integra o conjunto de provas que seguem sob análise das autoridades. O processo continua em andamento e novas informações podem ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

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