EUA apuram série de mortes e desaparecimentos de cientistas
Investigação do FBI e do Congresso dos Estados Unidos busca possíveis conexões entre casos ligados à NASA e a projetos nucleares
Autoridades como o FBI, a Casa Branca e o Congresso dos Estados Unidos iniciaram uma investigação para apurar uma possível relação entre ao menos dez mortes e desaparecimentos de pesquisadores ligados à NASA e a projetos nucleares.
O caso ganhou força após o Comitê de Supervisão da Câmara dos Estados Unidos anunciar, na segunda-feira (20), a abertura de uma apuração oficial. O objetivo é identificar eventuais conexões entre os episódios, registrados desde 2022, incluindo acesso a informações confidenciais ou possível envolvimento de agentes estrangeiros.
Entre os casos investigados está o desaparecimento de William Neil McCasland, major-general aposentado da Força Aérea, ocorrido em fevereiro, no estado do Novo México. Ele deixou para trás objetos pessoais como celular e relógio. Já em Brookline, próximo a Boston, o físico Nuno F. G. Loureiro, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, foi morto a tiros dentro de casa.
EUA apuram série de acontecimentos

Outro caso envolve Mônica Reza, diretora de um grupo de processamento da NASA, que desapareceu durante uma trilha em uma floresta na região de Los Angeles.
Segundo autoridades, os episódios têm naturezas distintas, incluindo homicídios não solucionados e desaparecimentos sem indícios claros de crime , o que dificulta estabelecer uma conexão direta. Ainda assim, o deputado James Comer afirmou ser “muito improvável que seja coincidência”.
O diretor do FBI, Kash Patel, declarou que a investigação busca cruzar informações sobre acesso a dados classificados e possíveis vínculos externos. Já o presidente Donald Trump disse esperar que os ঘটন sejam aleatórios, mas afirmou que novas conclusões devem surgir em breve.
A secretária de imprensa Karoline Leavitt destacou que o governo trabalha de forma integrada com diferentes agências para revisar os casos. Em nota, a NASA afirmou que coopera com as investigações e, até o momento, não há indícios de ameaça à segurança nacional.
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