quinta-feira, 21 de maio de 2026
BARULHOS, AMBIENTES...

Mais de 84% dos cães apresentam sinais de ansiedade e medo, aponta estudo

Pesquisa identificou comportamentos ligados ao estresse em situações comuns da rotina, como barulhos intensos, mudanças de ambiente e presença de estranhos.

Bia Salespor Bia Sales em 21 de maio de 2026
Mais de 84% dos cães apresentam sinais de ansiedade e medo, aponta estudo
(Imagme: Shutterstock)

Um estudo realizado por pesquisadores da Texas A&M University revelou que mais de 84% dos cães apresentam sinais de ansiedade e medo em situações comuns do cotidiano.

O levantamento analisou respostas fornecidas pelos responsáveis de mais de 43 mil cães, avaliando como os animais reagem diante de estímulos como ambientes desconhecidos, sons intensos, mudanças na rotina e interação com pessoas ou outros animais.

Sinais mais comuns

Segundo os pesquisadores, os sinais mais comuns observados incluem tremores, latidos excessivos, tentativas de fuga, comportamento de esconderijo e posturas corporais associadas ao medo.

A pesquisa mostra que essas reações emocionais estão muito mais presentes no dia a dia dos pets do que se imaginava anteriormente.

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Fogos de artifício em 1º lugar

Entre os fatores que mais costumam desencadear episódios de ansiedade nos cães estão fogos de artifício, trovões, mudanças bruscas de ambiente, visitas desconhecidas e até alterações na rotina da casa.

Os especialistas destacam que o estudo não representa um diagnóstico clínico individual dos animais, mas ajuda a compreender melhor o comportamento emocional dos cães em ambientes reais.

De acordo com os pesquisadores, quando frequentes, esses sinais podem afetar diretamente o bem-estar físico e emocional dos pets.

Especialistas em comportamento animal reforçam que algumas medidas podem ajudar a reduzir o estresse nos cães, como manter uma rotina previsível, investir em socialização gradual, promover estímulos positivos e garantir acompanhamento veterinário regular.

O estudo também chama atenção para a importância de os tutores observarem mudanças de comportamento nos animais, principalmente quando os sinais de medo e ansiedade passam a interferir na alimentação, sono ou convivência diária.

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