Vídeo: Galvão Bueno critica estrutura de transmissão da Copa: “Nunca vi nada tão ruim”
Narrador afirma que nunca encontrou condições tão ruins para trabalhar em mais de 50 anos de carreira e critica locais de transmissão nos Estados Unidos
O narrador Galvão Bueno voltou a chamar atenção durante a Copa do Mundo de 2026, desta vez por críticas à estrutura oferecida aos profissionais de imprensa nos Estados Unidos. Em entrevista, o jornalista afirmou que nunca encontrou condições tão ruins para trabalhar em mais de cinco décadas de carreira.
Atualmente responsável pelas transmissões da Copa pelo SBT e pela Nsports, Galvão reclamou do espaço destinado às equipes de transmissão nos estádios que receberam os primeiros jogos da Seleção Brasileira.
“Tem a realidade dos fatos, da qual você não pode fugir. Então, se está ruim, eu falo. O local de transmissão nesta Copa do Mundo, no principal país do mundo, é algo que nunca vi tão ruim na minha vida. Em mais de 50 anos, nunca vi nada tão ruim quanto o local de transmissão nos dois primeiros jogos, nos dois estádios, em New Jersey e na Filadélfia”, declarou.
Veja aqui:
Ver essa foto no Instagram
A crítica ganhou repercussão nas redes sociais, principalmente por partir de um dos profissionais mais experientes da televisão esportiva brasileira. Recentemente, Galvão entrou para o Guinness World Records como o profissional que mais narrou partidas de Copa do Mundo ao vivo na televisão.
Leia também:
O Galvão Bueno de sempre
Durante a entrevista, o narrador também rebateu a ideia de que teria mudado seu estilo ao longo dos anos. Segundo ele, continua trabalhando da mesma forma que o consagrou nas transmissões esportivas.
“Eu sou um narrador, eu sou um apresentador de televisão, mas eu sou um vendedor de emoções e ando no fio da navalha. De um lado tem as emoções que eu jogo para o telespectador. Graças a Deus está sendo assim no SBT, fantástico, estamos muito felizes”, afirmou.
Galvão ainda reforçou que mantém a postura crítica quando considera necessário, independentemente do momento vivido pela Seleção Brasileira.
“Eu critico o jogador aqui e ali, às vezes vou junto com a Seleção, mas não tem o velho Galvão, o novo Galvão. É o Galvão de sempre”, completou.