terça-feira, 7 de julho de 2026
VEJA COMO ELA AGIA

Mulher que se passava por delegada é presa após dar golpe em salão de beleza em Goiânia

Segundo a Polícia Civil, suspeita fez um procedimento estético, não pagou a conta de R$ 660 e intimidou funcionárias ao dizer que era delegada e policial militar

Micael Mourapor Micael Moura em 7 de julho de 2026
delegada
A mulher se apresentou às funcionárias como delegada em Brasília e afirmou também ser policial militar Foto: Divulgação/PC-GO

Uma mulher suspeita de se passar por delegada, policial militar e advogada foi presa pela Polícia Civil na segunda-feira (6), em Goiânia. De acordo com as investigações, ela teria intimidado funcionárias de um salão de beleza para não pagar um procedimento estético no valor de R$ 660.

A prisão foi realizada durante uma operação da Polícia Civil. Além da detenção, os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão.

Suspeita não pagou procedimento estético

Segundo a Polícia Civil, a investigada, identificada como Alessandra Ribeiro Souza Rodrigues, realizou um procedimento de colocação de mega hair em um salão localizado no Setor Jardim América, em junho deste ano.

Após a conclusão do serviço, ela não efetuou o pagamento.

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Ainda conforme a investigação, a mulher se apresentou às funcionárias como delegada em Brasília e afirmou também ser policial militar. Imagens obtidas pela polícia mostram a suspeita portando um objeto semelhante a uma arma de fogo na cintura e, em seguida, colocando o objeto sobre uma cadeira dentro do estabelecimento.

Mulher prometeu buscar dinheiro, mas não voltou

De acordo com a Polícia Civil, após o procedimento, a suspeita informou que buscaria o dinheiro em sua residência para quitar a dívida.

A proprietária do salão e uma testemunha acompanharam a mulher até o endereço informado. No entanto, o pagamento não foi realizado.

A Polícia Militar foi acionada, mas, segundo a investigação, a suspeita se recusou a atender os policiais.

Operação apreendeu pistola airsoft e distintivo

Foto: Divulgação

Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu um celular, uma pistola airsoft sem a ponteira vermelha e um distintivo de delegado de Direitos Humanos da Bahia.

As investigações também identificaram um registro anterior por perturbação do sossego no condomínio onde a mulher mora. Conforme a polícia, há relatos e imagens que mostram a suspeita exibindo um objeto semelhante a uma arma de fogo em via pública.

Polícia busca outras possíveis vítimas

A Polícia Civil informou que divulgou o nome e a imagem da investigada para identificar outras possíveis vítimas e verificar se há novos casos envolvendo a suspeita.

As investigações continuam.

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