Estas são as melhores e as piores cidades para morar no mundo em 2026
Novo estudo aponta quais são as melhores e as piores cidades para morar e mostra onde ficam Rio, São Paulo e Manaus
Todo ano, um levantamento internacional mostra onde a vida costuma ser mais tranquila e onde os desafios pesam mais. Em 2026, o resultado traz nomes conhecidos no topo e também mudanças curiosas nas últimas posições.
O estudo compara centenas de cidades usando saúde, educação, infraestrutura e segurança como critérios. Conhecer esse ranking ajuda a entender melhor o cenário global de qualidade de vida. Veja quais são as melhores e piores cidades para morar em 2026.
Como funciona o ranking das melhores e piores cidades para morar
A Economist Intelligence Unit (EIU) divulgou a nova edição do levantamento que compara 173 cidades ao redor do planeta. A pesquisa mede saúde, educação, infraestrutura, cultura, meio ambiente e estabilidade em cada local avaliado.
Empresas usam esses dados com frequência. Por exemplo, o ranking ajuda companhias a decidir onde enviar profissionais expatriados e a medir riscos econômicos e políticos de cada região. Esse é um dos motivos pelos quais o estudo ganha tanta repercussão todos os anos.
Entre as melhores e as piores cidades para morar no mundo em 2026, Copenhague segue no topo pelo segundo ano seguido. A capital dinamarquesa soma 98 pontos e mantém a liderança que já havia conquistado na edição anterior.
Viena, na Áustria, aparece logo atrás, com 97,1 pontos. Melbourne, na Austrália, fecha o pódio com 97 pontos. Além disso, o levantamento mostra Sydney em quarto lugar, seguida por Zurique e Genebra, ambas na Suíça.
Completam o top dez Osaka e Tóquio, no Japão, além de Adelaide, na Austrália, e Vancouver, no Canadá. Vancouver, aliás, é a única cidade norte-americana entre as dez primeiras posições do ranking.

As cidades brasileiras ficam distantes do topo
Quando o assunto são as melhores e as piores cidades para morar, o Brasil aparece longe das primeiras colocações. O país teve três representantes na lista completa deste ano.
O Rio de Janeiro chegou à posição de número 108, sendo a cidade brasileira mais bem colocada. Logo depois dele vem São Paulo, na 115ª posição do ranking geral.
Manaus fecha o trio brasileiro na 134ª colocação. Ou seja, nenhuma cidade do país conseguiu se aproximar da metade superior da tabela neste levantamento.
Esses números mostram um desafio recorrente para as grandes cidades brasileiras. Questões como infraestrutura, segurança e estabilidade costumam pesar bastante nesse tipo de avaliação internacional.
Ainda assim, vale lembrar que o ranking olha para centenas de critérios técnicos, e pequenas mudanças em qualquer área podem alterar a posição final de cada cidade na tabela.
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Oriente Médio sofre as maiores quedas do ano
Nem toda região manteve estabilidade nessa edição do levantamento. Segundo a EIU, o Oriente Médio foi a área que mais perdeu posições entre as melhores e as piores cidades para morar.
O motivo principal foi o aumento da instabilidade ligado aos conflitos entre o Irã e países vizinhos da região. Esse cenário afetou diretamente a pontuação de várias capitais e cidades importantes. Mascate, em Omã, teve a queda mais forte do ranking. A cidade perdeu 14 posições em relação à edição anterior do levantamento.
Doha, no Catar, também recuou. A capital catari caiu sete posições na comparação com o ano passado. Da mesma forma, Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, perderam quatro posições cada uma.
Na outra ponta da tabela, Damasco, na Síria, segue como a pior cidade do mundo para morar. A capital síria ocupa essa posição desde 2013, sem sinais de mudança nos últimos anos.
Completam as dez piores colocações Trípoli, Daca, Karachi, Argel, Lagos, Porto Moresby, Kiev, Harare e Teerã. Essas cidades enfrentam desafios ligados a conflitos, infraestrutura e instabilidade política.
China se destaca entre os países que mais evoluíram
Enquanto algumas regiões perderam posições, outras avançaram bastante no ranking de 2026. A China aparece como o país com as melhorias mais expressivas entre as melhores e as piores cidades para morar.
De acordo com a EIU, investimentos em saúde pública elevaram a pontuação de todas as cidades chinesas avaliadas no levantamento. A expansão da cobertura médica teve papel importante nesse resultado.
Além do mais, o acesso a hospitais e clínicas aumentou nas cidades chinesas analisadas pelo estudo, o que ajudou a melhorar a pontuação geral do país na comparação internacional.
Entretanto, o avanço não resolveu todos os desafios das cidades chinesas na classificação. Questões ligadas à vigilância estatal continuam limitando o desempenho geral dessas cidades no ranking.
O meio ambiente também segue como ponto de atenção nas avaliações. Certamente, esse é um fator que pesa bastante em qualquer comparação internacional de qualidade de vida.
O índice de democracia de cada país é outro critério observado pela EIU. Esse indicador continua restringindo a posição das cidades chinesas mesmo diante dos avanços recentes na saúde pública.
O que esse ranking revela sobre o mundo em 2026
Olhando o conjunto de dados, fica claro que qualidade de vida depende de vários fatores ao mesmo tempo. Saúde, segurança, meio ambiente e estabilidade política caminham juntos nessa avaliação.
Em conclusão, o levantamento de 2026 confirma a força das cidades europeias e da Oceania no topo da lista. Copenhague, Viena e Melbourne seguem como referências de qualidade de vida ao redor do mundo.
Por outro lado, cidades marcadas por conflitos e instabilidade continuam nas últimas posições, como mostra o caso de Damasco. Consequentemente, o contraste entre as melhores e as piores cidades para morar segue evidente nesta edição do estudo.
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