Projeto busca mudar o nome do Palácio das Esmeraldas para homenagear Iris Rezende

Postado em: 29-11-2021 às 15h42
Por: Giovana Andrade
De autoria de Lissauer Vieira (PSB) e Bruno Peixoto (MDB), proposta busca denominar a sede oficial do governo do estado de Palácio das Esmeraldas Iris Rezende Machado. | Foto: Reprodução

Está em tramitação na Assembleia Legislativa de Goiás o projeto que busca denominar o Palácio das Esmeraldas, situado na Praça Pedro Ludovico Teixeira, no Setor Central da Capital, de Palácio das Esmeraldas Iris Rezende Machado.

De autoria do presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB), e do líder do Governo, Bruno Peixoto (MDB), os parlamentares justificam que Iris “foi um líder de expressão histórica, liderança que, mesmo não carregando os distintivos da modernidade, possuía uma visão futurista, deixando obras memoráveis em toda a cidade de Goiânia, validando o título que o consagrou, ‘tocador de obras’, que como digitais deixaram suas marcas em todas as cadeiras que ocupou, consolidando a inquestionável fama de bom gestor”.

O homenageado faleceu no dia 9 de novembro deste ano e, segundo Lissauer e Bruno, despediu-se da vida pública deixando a mensagem para que todos continuem juntos, lutando pelos valores que tornam uma cidade e um país melhores: a democracia, a ciência, a imprensa livre, a liberdade de expressão e a tolerância em nossas diferenças.

A proposta está em avaliação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e foi apensada ao projeto do deputado Charles Bento (PRTB) que também tem o objetivo de homenagear Iris Rezende com a mudança do nome do Palácio das Esmeraldas.

A possível alteração ressoa com a recente polêmica causada pela troca de nome do Aeroporto Internacional de Goiânia, de Santa Genoveva para Iris Rezende. Além disso, também estão sendo questionadas outras propostas de alterações de nomes de ruas e avenidas para homenagear as duas figuras goianas falecidas no mês de novembro (Iris e a cantora Marília Mendonça), pelo impacto que podem causar, como prejuízos ao Poder Público, aos comerciantes e aos moradores, além da interferência na identidade de regiões históricas da cidade.

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