PSD tenta convencer Henrique Meirelles a não publicar nota com desistência da disputa ao Senado em Goiás

Postado em: 29-03-2022 às 18h07
Por: Augusto Diniz
Partido atua nos bastidores para fazer ex-presidente do Banco Central mudar de ideia. Nova vinda do secretário de Fazenda e Planejamento de São Paulo a Goiânia pode ocorrer na quarta (30/3) ou quinta-feira (31/3) | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O PSD tenta convencer o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a não desistir de disputar vaga ao Senador por Goiás. Secretário de Fazenda e Planejamento do governo Joao Doria (PSDB) em São Paulo, Meirelles chegou a Goiânia na segunda-feira (28/3) e voltou hoje (29/3) para a capital paulista. Ele concederia uma entrevista coletiva às 13h30 desta terça-feira no Castro’s Park Hotel, mas o evento foi cancelado.

Até o momento, aliados de Meirelles dão como certa a desistência do anapolino de concorrer ao cargo de senador, o que deixa o PSD, por enquanto, sem um nome para substituir na chapa de reeleição do governador Ronaldo Caiado (União Brasil). Ao jornal O Hoje, políticos da cúpula do PSD disseram que vão tentar convencer Henrique Meirelles de se manter como pré-candidato ao Senado.

Líderes pessedistas dão como possível uma volta do ex-presidente do Banco Central a Goiânia na quarta (30/3) ou na quinta-feira (31/3) para discutir o assunto com o presidente estadual do PSD, o ex-deputado federal Vilmar Rocha. Por enquanto, políticos do PSD dizem acreditar que não deve ser divulgada qualquer nota sobre a situação de Meirelles. Inicialmente, era aguardada uma manifestação oficial pela desistência do ex-presidente do Banco Central em concorrer ao cargo de senador.

Outros nomes

Enquanto isso, outros nomes já se apresentam como prováveis substitutos de Meirelles na chapa de Caiado. Entres as opções estão o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Lissauer Vieira, que se filiou hoje ao PSD, os deputados federais João Campos, presidente do Republicanos em Goiás, Delegado Waldir (União Brasil) e o ex-ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que é presidente goiano do PP.

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