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Imunização
09/08/2018 | 15h45
Campanha de vacinação contra raiva começa em alguns estados
Em Goiás, a previsão é de, em alguns municípios, ocorra um Dia D no mês de Setembro

Cães, gatos e morcegos são os principais transmissores da doença. (Foto: Reprodução)

Contraída através da saliva de animais infectados, por mordidas ou arranhões, a raiva é uma doença antiga e incurável. Algumas regiões do Brasil, como São Paulo, já iniciaram a campanha nacional de incentivo à vacinação, que é única forma de prevenção. Em Goiânia, e em outras regiões do estado, a expectativa é que ocorra um dia único de distribuição da Vacina antirrábica, de acordo com a assessoria da Prefeitura de Goiânia. Na capital, a data está prevista para o dia 22 de Setembro. 

A vacina é obrigatória no país. Embora a doença esteja controlada, não foi erradicada, por isso a necessidade de continuação de campanhas de vacinação, explica o médico-veterinário Luciano Granemann e Silva. 

“A doença afeta o sistema nervoso central e entre os sintomas mais frequentes estão mudanças de comportamento, agressividade, hipersalivação e paralisias”, explica o médico-veterinário. Cães, gatos e morcegos são os principais transmissores da raiva. 

A vacina deve ser aplicada, em animais domésticos, a partir de 12 semanas de vidas. Ela é contraindicada somente para cães e gatos em períodos de gestação, com severa debilidade física ou que apresentam forte reação alérgica a vacina.

No ano passado, no município de Palmeiras de Goiás, foi registrado um caso de morte por raiva animal . Já no Pará, em junho deste ano, uma criança de 10 anos morreu com suspeita de raiva humana.  

SUSPEITA 

Caso o proprietário tenha suspeita de que um animal esteja com sintomas de raiva, recomenda-se o confinamento e a comunicação imediata à autoridade pública. “Se ele for mordido por animal de rua ou outro cão com suspeita de raiva, deve ser levado a uma clínica veterinária para tratar as feridas e, caso não seja imunizado, realizar exames”, aconselha Luciano.

Os principais sinais de um animal infectado com a doença são a mudança de comportamento, agitação, agressividade e salivação excessiva, de acordo com informações da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. É importante também notificar imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) caso animais domésticos entrem em contato com morcegos ou seja observado algum comportamento incomum desses animais, como pouso em locais iluminados, vôos diurnos e entrada em residências.

 

Tópicos:  Vacinação,   Cães,   Gatos,   Goiás

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