Você sabe pedir comida em inglês? Sete situações que viajantes enfrentam
Pesquisa revela que 69% dos brasileiros escolhem o destino da viagem pela culinária
As viagens gastronômicas têm ganhado cada vez mais espaço na preferência dos brasileiros. Pesquisa global encomendada pela Booking apontou que 69% dos viajantes do país consideram a culinária local um fator importante na escolha do destino. No caso de roteiros internacionais, especialistas no ensino de idiomas apontam que falar inglês funcional é essencial para aproveitar ao máximo a experiência e compreender a cultura do lugar.
“A gastronomia envolve interação direta com as pessoas, escolhas rápidas e compreensão de menu. Não basta traduzir palavras, é preciso entender o contexto”, afirma Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas, uma das maiores redes de escolas de idiomas do país.
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Segundo o especialista, muitos brasileiros ainda chegam ao exterior com uma base focada ao inglês teórico, o que dificulta a comunicação em ambientes do dia a dia. “No restaurante, o viajante precisa perguntar, confirmar ou não ingredientes, informar intolerâncias e até mesmo lidar com imprevistos. Essas situações exigem um vocabulário funcional, conectado à prática”, explica.
A seguir, veja sete experiências em viagens internacionais que exigem o básico do inglês:
- Pedir comida em food trucks
Ambientes informais exigem agilidade na comunicação, com filas rápidas e cardápios enxutos. O cliente precisa montar o pedido, escolher adicionais e decidir se vai consumir no local ou levar, tudo em poucos segundos.
Exemplo: “Can I have a cheeseburger to take away?” (Posso pedir um cheeseburger para viagem?)
- Entender menus em restaurantes
Cardápios em inglês trazem termos específicos e indicam a estrutura da refeição ou modo de preparo. Não compreender esses termos pode levar a escolhas equivocadas ou experiências diferentes do esperado.
Exemplo: “What do you recommend as a starter?” (O que você recomenda como entrada?)
- Informar restrições alimentares
Esta é uma das situações mais sensíveis já que envolve saúde e segurança. Saber comunicar alergias ou preferências alimentares é fundamental para evitar riscos e garantir uma refeição adequada.
Exemplo: “I’m allergic to nuts” (Sou alérgico a nozes) / “Is this gluten-free?” (Isso é sem glúten?)
- Escolher o ponto da carne
Em países como os Estados Unidos, o ponto da carne segue padrões específicos e, muitas vezes, precisa ser informado. Muitos brasileiros se confundem com os termos e acabam recebendo um prato diferente do esperado.
Exemplo: “I’d like it medium rare” (Eu quero ao ponto para mal passado)
- Pedir café e bebidas
A cultura do café varia bastante entre países, com nomes e combinações diferentes das usadas no Brasil. Saber pedir corretamente evita frustrações e ajuda a alinhar expectativa com o que será servido.
Exemplo: “I’ll have a latte, please” (Eu quero um café com leite, por favor)
- Interagir em restaurantes asiáticos
Em muitos restaurantes asiáticos ou com especialidades distantes das tradições americanas, a comunicação é mais direta e os cardápios podem ser menos descritivos. O cliente precisa confirmar pedidos, apontar opções e entender combinações, muitas vezes com pouco apoio visual.
Exemplo: “Can I have this one?” (Posso pedir este aqui?)
- Participar de experiências de alta gastronomia
Em restaurantes de alta gastronomia é comum que os pratos sejam apresentados e explicados pelo staff. Entender essa descrição faz parte da experiência e permite compreender e conhecer novos ingredientes, técnicas e o conceito do menu.
Exemplo: “Could you explain this dish?” (Você pode explicar este prato?)