Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação sexual em Goiás
Quem é William Gusmão, irmão de Virginia condenado por importunação sexual em Goiás
William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A defesa do empresário informou que recorrerá da decisão e afirmou que ainda existem recursos disponíveis nos tribunais superiores.
Além da relação familiar com Virginia, William atua como empresário no setor de beleza. Ele é fundador da marca Summer Beauty e mantém forte presença nas redes sociais, onde reúne mais de um milhão de seguidores no Instagram.

Relembre o caso
O processo teve origem em uma denúncia registrada em 2023 por Rauriceia Martins da Costa. Segundo o relato apresentado à polícia, William teria colocado a mão por dentro da calça da mulher enquanto ambos posavam para uma fotografia.
Após a investigação, o Ministério Público ofereceu denúncia, e o empresário se tornou réu em dezembro de 2023. Entretanto, em fevereiro de 2025, a Justiça de primeira instância decidiu absolvê-lo por falta de provas.
Enquanto o processo tramitava, Rauriceia foi indiciada por falsa acusação, denunciação caluniosa e ameaça. A esposa dela, Juliana, também foi indiciada por falso testemunho.

Agora, a 1ª Câmara Criminal do TJ-GO reformou a decisão anterior e condenou William pelo crime de importunação sexual.
Empresário também esteve no centro de outras repercussões
Nos últimos meses, William voltou a chamar atenção nas redes sociais por outro motivo. O empresário revelou que não participou da festa de aniversário de Virginia Fonseca, realizada em Madri, na Espanha.
Após a repercussão, familiares negaram qualquer desentendimento entre os irmãos e afirmaram que não existe crise na relação familiar.
Além da atuação como empresário, William é pai de Gabriel, nascido em julho de 2023, fruto do relacionamento com Mellody Barreto.

Defesa afirma que vai recorrer
Após a condenação, a defesa de William Gusmão divulgou uma nota afirmando que pretende recorrer da decisão.
Os advogados destacaram que tanto o promotor responsável pelo caso na primeira instância quanto um procurador de Justiça emitiram pareceres favoráveis à absolvição do empresário durante a tramitação do processo.
Em nota, a defesa afirmou que a decisão não é definitiva e que utilizará todos os recursos previstos na legislação para tentar reverter a condenação.
Segundo os advogados, os pareceres do Ministério Público apontavam ausência de provas e de materialidade para sustentar a condenação.
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