Morais Produtos Naturais é indiciada por fraude na venda de medicamentos

Empresa comercializava dentre os produtos, cápsulas que prometiam emagrecimento e melhor desempenho sexual

Postado em: 09-09-2016 às 14h55
Por: Redação
Empresa comercializava dentre os produtos, cápsulas que prometiam emagrecimento e melhor desempenho sexual

Da Redação

Na última quinta-feira (08) a Polícia Civil (PC) indiciou o empresário Rômulo Gonçalves e o farmacêutico Luiz César Muniz na cidade de Inhumas, região central da capital. Os responsáveis pela empresa Produtos Naturais Morais foram acusados de fabricar e comercializar produtos oferecidos como terapêuticos e medicinais sem licença ou autorização legal de órgãos especializados.

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A empresa Produtos Naturais Morais, além de funcionar sem licença pelo órgão de Vigilância Sanitária local, chegava a anunciar seus produtos na internet e veículos de comunicação. O início das investigações se deu em fevereiro deste ano, ao ser transcrito Auto de Infração pelos fiscais do órgão de Vigilância Sanitária do município.

Além da comercialização, a empresa vinculava propagandas em veículos de comunicação que explicitavam informações contrárias à realidade. Em mídia publicada na Revista Perfil Centro-Oeste, os responsáveis pela empresa afirmam que “A Morais Produtos Naturais trabalha com produtos de procedência e autorizados pelo Ministério da Saúde, respeitando o padrão de qualidade que as leis e os regulamentos exigem”.

Ao longo das investigações, foram aprendidos produtos os quais, além de funcionarem sem licença ou autorização legal, exibiam nomes anedóticos, tais como “Cura tudo”, “Xarope da Vovó”, “Seca Barriga” e “Gotas do Zeca” e “Forti Sex”. A linha de produtos alegava ter ações variadas, de processos de emagrecimento a melhoras no desempenho sexual. Averiguo-se também estocagem de produtos vencidos para comercialização.

O empresário juntamente com o farmacêutico foram enquadrados pelos crimes de expor à venda produtos destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente e expor à venda mercadoria em condições impróprias ao consumo e Publicidade Enganosa.

Foto: Reprodução Site Morais Produtos Naturais

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