UFG volta ao ensino presencial pleno após dois anos e dois meses

Postado em: 25-05-2022 às 10h11
Por: Luan Monteiro
Exigência de vacinação contra a Covid-19 e uso de máscaras em todos os ambientes da universidade estão mantidas. | Foto: Reprodução

A Universidade Federal de Goiás (UFG), retomou o ensino presencial nesta quarta-feira (25/5), após mais de dois anos. O primeiro dia de aula também oferece aos alunos a oportunidade de colocar em dia a imunização contra a covid-19 e contra a influenza, atualizando o comprovante de vacinação. Também vai ser oferecido teste-rápido de covid-19. 

Além disso, a utilização de máscaras em todos os ambientes da universidade segue obrigatória, assim como a vacinação contra a Covid-19.

Em entrevista coletiva, a reitora da UFG, Angelita de Lima, afirmou que alguns cuidados seguem vigentes. “Uso de álcool em gel, ventilação de salas e máscaras ainda são importantes. Ainda permaneceremos, permanentemente, realizando diagnósticos e manteremos uma sala de imunização permanente na faculdade de enfermagem”, disse.

Segundo Angelita, voltar ao ensino presencial é de grande importância e emoção, por isso é necessário reforçar a segurança para que o método seja mantido. “Hoje é um dia extremamente importante para nós, após dois anos e dois meses de atividades on-line poder voltar plenamente ao trabalho presencial é muito bom, por isso reforçamos todas as recomendações de medidas de segurança para que possamos permanecer no campus. Precisamos manter a energia e a segurança, seguindo as normas”.

“Recomendamos fortemente a permanência do uso de mascaras, principalmente em ambientes fechados, e faremos o trabalho de conscientização e preparação da comunidade acadêmica para que isso ocorra. Distribuímos máscaras a estudantes de baixa renda, oferecemos álcool em gel e criamos condições nas salas de aula para que se tenha ventilação e para que percebam que devemos criar um ambiente seguro”, afirmou.

A UFG teve que se adaptar ao ensino on-line no início da pandemia causada pela Covid-19, em março de 2020. Após isso, o ensino na universidade seguiu no modelo até que foi autorizada, por meio de decreto, a volta ao presencial de 50% dos alunos. A volta das atividades presenciais a 100% dos alunos foi aprovada pelo conselho da Universidade em março deste ano, sendo considerado “o momento adequado”.

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