Criança morre três dias após acidente que matou pai e familiares na GO-139 em Goiás
Ana Cecília Gonçalves Ferreira, de 8 anos, estava internada desde a colisão entre um carro e um caminhão. Com a confirmação da morte, o acidente na GO-139 passou a contabilizar cinco vítimas
A criança Ana Cecília Gonçalves Ferreira, de 8 anos, morreu neste domingo (2), após permanecer três dias internada por causa do acidente na GO-139, em Vianópolis, no sudeste de Goiás. Ela era a única sobrevivente da colisão entre um carro e um caminhão. Com a confirmação da morte, o número de vítimas da ocorrência subiu para cinco.
Ana Cecília foi socorrida em estado grave pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu aos ferimentos.
A morte da menina foi confirmada pela mãe, Pabline Antônio, por meio das redes sociais. Em uma publicação, ela escreveu: “Nossa Cecília se foi, o papai do céu levou ela para a glória. Meus pequenos agora viraram estrelas no céu, sempre lembrarei de vocês.”
Segundo informações divulgadas pela família, o velório de Ana Cecília está previsto para ocorrer nesta segunda-feira (3), a partir das 8h, em Vianópolis.
Acidente na GO-139 deixou cinco vítimas
O acidente aconteceu na noite de 30 de julho, quando o carro em que a família estava bateu de frente com um caminhão na GO-139. Além de Ana Cecília, viajavam no veículo o pai da menina, Davi Gonçalves Oliveira, de 35 anos; o irmão, Deivid Gonçalves Ferreira, de 13 anos; a madrasta, Elizene Moreira da Silva, de 28 anos; e Thayla Izabelly Gomes de Souza, de 6 anos, amiga das crianças.
As quatro vítimas morreram ainda no local da colisão, conforme informou o Corpo de Bombeiros de Silvânia. Ana Cecília foi a única ocupante retirada com vida e permaneceu internada até este domingo.
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Polícia Civil investiga as circunstâncias
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do acidente na GO-139. De acordo com o delegado Kennet Carvalho, o motorista do caminhão afirmou, em depoimento, que o carro da família trafegava em alta velocidade e fazia movimentos em zigue-zague antes da colisão.
Ainda segundo o delegado, o caminhoneiro relatou que tentou evitar o impacto ao desviar para a contramão, mas não conseguiu impedir a batida frontal. O motorista também declarou que havia latas de cerveja no interior do automóvel.
O caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Até o momento, a Polícia Civil informou que não há confirmação sobre a responsabilidade pelo acidente, e as investigações seguem em andamento.
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