Vitor Hugo confirma pré-candidatura ao Governo de Goiás e destaca apoio a reeleição de Bolsonaro

Em entrevista ao programa Jovem Pan News o deputado federal falou sobre sua base de apoiadores e criticou a gestão de Ronaldo Caiado

Postado em: 31-01-2022 às 16h22
Por: Augusto Sobrinho
Em entrevista ao programa Jovem Pan News o deputado federal falou sobre sua base de apoiadores e criticou a gestão de Ronaldo Caiado | Foto: Reprodução

O deputado federal Major Vitor Hugo (PSL) confirmou, neste domingo (30/01), em entrevista ao programa Jovem Pan News, sua pré-candidatura ao Governo do Estado de Goiás, em 2022. Na ocasião, o parlamentar destacou ser o único candidato que apoiará diretamente a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), falou sobre sua base de apoiadores e, além disso, criticou a atual gestão de Ronaldo Caiado.

“Esse é um sonho, poder concorrer ao Governo do Estado de Goiás. Nós temos uma via aberta para consolidação da direita conservadora também no nosso Estado. Por isso, faremos uma campanha voltada para esse aspecto e para apoiar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), que na nossa visão é o principal objetivo político deste ano”, disse o deputado.

Após o período de isolamento para tratamento por conta da infecção por covid-19, o líder do PSL na Câmara dos Deputados aparentemente deu uma resposta indireta a deputada Magda Mofatto (PL), que concedeu entrevista na última semana à Rádio Sagres. Vitor Hugo, que está migrando para o Partido Liberal (PL), se posiciona em relação a Gustavo Mendanha e o novo partido.

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Segundo ele, os demais candidatos ao Palácio das Esmeraldas não farão uma campanha voltada para o fortalecimento da direita. “O governador atual se desgastou muito com os bolsonaristas, com o setor produtivo devido às medidas que ele impôs durante a pandemia e se desentendeu com o presidente nos momentos mais críticos. Ele perdeu a mão, se afastou dos produtores rurais e dos médicos”, afirmou.

Além disso, o Major destacou que sua rede de apoio tem crescido. “Temos apoio de presidentes de partidos nacionais e estaduais, lideranças religiosas, líderes do agronegócio e produtores rurais e, por fim, grande parte do setor público como policiais militares, bombeiros e servidores em geral. Então, está ficando cada vez mais viável e vamos seguir em frente nesse objetivo de fazer nosso Estado mudar”, concluiu.

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