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Cidades
ABUSOS SEXUAIS
23-01-2019 | 06h00
Promotores ouvem médium João de Deus pela terceira vez na Penitenciária
Acusado pelo MP estadual dos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude, João de Deus está preso, em caráter preventivo, desde 16 de dezembro

Promotores do Ministério Público de Goiás (MPGO) voltaram, ontem (22), ao Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiânia, para colher um novo depoimento do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus. O MP deve oferecer nova denúncia contra o médium hoje. 

Detido desde o último dia 16 de dezembro no Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia, o médium foi ouvido pela terceira vez pelo órgão na manhã desta terça-feira (22). Assim como na última vez, o depoimento foi coletado dentro do Sistema Prisional e teria durado cerca de uma hora.

Acusado pelo MP estadual dos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude, João de Deus está preso, em caráter preventivo, desde 16 de dezembro. Baseado nos depoimentos e elementos apresentados por dezenas de mulheres que se apresentam como vítimas do médium, os promotores goianos já apresentaram duas denúncias contra o médium.

Ontem (22) foi a terceira vez que João de Deus prestou depoimento ao MP. Os promotores Gabriella de Queiroz e Paulo Penna Prado chegaram ao Núcleo de Custódia por volta das 9h e saíram perto das 10h30. O depoimento girou em torno de casos não incluídos nas duas primeiras denúncias e que podem vir a embasar uma nova acusação contra o médium.

Entre as várias mulheres que afirmam ter sido molestadas por João de Deus durante atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola, há quem afirme ter sofrido abusos sexuais quando criança ou adolescente. No último dia 15, ao apresentarem a segunda denúncia contra o médium, os promotores estaduais disseram haver evidências de que o médium violou sexualmente várias mulheres diante de outras pessoas que acompanhavam as sessões de atendimento espiritual que aconteciam no centro espírita.

A primeira denúncia foi apresentada pelos promotores que integram a força-tarefa do MPGO no dia 28 de dezembro e aceita pela Justiça estadual em 9 de janeiro. A reportagem procurou os advogados do médium, mas ainda não teve respostas. (Agência Brasil)  

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