‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump
Atentado em jantar com presidente Trump gera repúdio entre autoridades globais que reforçam alerta sobre violência política
Os disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado (25), provocaram uma onda de reações internacionais, com líderes condenando o episódio e ressaltando a atuação das forças de segurança.
A resposta rápida dos agentes ao ataque foi destacada por autoridades de diferentes países. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a atuação das forças de segurança, enquanto o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Serviço Secreto teve uma reação “ágil e decisiva”. Ele também declarou estar “chocado com a intenção de assassinato” e disse que ele e sua esposa ficaram aliviados ao saber que Trump e Melania estão “sãos e salvos”.
A condenação à violência política foi outro ponto comum nas manifestações. O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que “a violência nunca tem lugar na democracia”, enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência”.

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Na América Latina, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que “a violência nunca deve ser o caminho”, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que “a violência nunca será uma opção para aqueles de nós que defendemos as bandeiras da paz”. O governo da Argentina também manifestou o “mais enérgico repúdio à nova tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump”.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou “repudiar veementemente” o ataque e prestou solidariedade aos presentes, afirmando que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.
O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, reforçou que “a violência nunca é o caminho”, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria se transformar em cenário de terror”.