domingo, 16 de agosto de 2026
MERCADO DE TRABALHO

Goiás registra queda no desemprego no segundo trimestre de 2026

Índice passou de 5,1% para 4% no Estado, enquanto a taxa nacional ficou em 5,4%, segundo a PNAD Contínua

Thais Munizpor Thais Muniz em
desemprego
Fotos: SIC

Goiás registrou taxa de desemprego de 4% no segundo trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice caiu em relação ao trimestre anterior, quando estava em 5,1%.

Com o resultado, Goiás ficou abaixo da taxa nacional de desocupação, que foi de 5,4% no mesmo período. O levantamento também mostra mudanças em outros indicadores do mercado de trabalho no Estado, como informalidade e subutilização da força de trabalho.

A taxa de informalidade ficou em 36,1% entre abril e junho. Apesar de ter aumentado em relação aos 34,2% registrados no trimestre anterior, o percentual permaneceu abaixo da média brasileira, que chegou a 37,4%.

Subutilização chega ao menor nível da série

Outro destaque da pesquisa foi a taxa de subutilização da força de trabalho em Goiás. O indicador ficou em 8% no segundo trimestre, o menor percentual registrado na série histórica da PNAD Contínua no Estado.

A taxa reúne diferentes situações do mercado de trabalho. O cálculo considera pessoas desocupadas, trabalhadores subocupados por insuficiência de horas e pessoas que estão disponíveis para trabalhar, mas não fazem parte da força de trabalho.

Dessa forma, o indicador permite observar uma parcela maior da população que enfrenta algum tipo de dificuldade de inserção ou aproveitamento no mercado de trabalho.

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Informalidade ainda fica abaixo da média nacional

Embora tenha avançado na comparação com os três meses anteriores, a informalidade em Goiás permaneceu inferior à registrada no Brasil. No Estado, o índice foi de 36,1%, enquanto a média nacional alcançou 37,4%.

A taxa considera trabalhadores ocupados em diferentes formas de atividade sem vínculo formal. Entre eles estão empregados sem carteira assinada, trabalhadores por conta própria sem registro de CNPJ e pessoas inseridas em outras modalidades de ocupação informal.

A PNAD Contínua acompanha, a cada trimestre, as condições do mercado de trabalho e a participação da população na força de trabalho. Os dados permitem observar as mudanças nos indicadores de emprego, desemprego, informalidade e subutilização em diferentes períodos.

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