Com jogo adiado para a próxima semana, Adson Batista concorda com decisão da CBF

O elenco e comissão técnica do Atlético Goianiense passaram por momentos de apuro no fim da noite desta última quinta-feira (25). O

Postado em: 26-11-2021 às 19h06
Por: Felipe André
Presidente agradeceu o bom senso que a CBF demonstrou para resolver a situação e o adiamento da partida contra a Chapecoense | Foto: Divulgação/ACG

O elenco e comissão técnica do Atlético Goianiense passaram por momentos de apuro no fim da noite desta última quinta-feira (25). O grupo de 20 atletas embarcou para Chapecó, em Santa Catarina, de São Paulo, para realizar o jogo que estava previsto para esta sexta-feira (26), diante da Chapecoense, na Arena Condá. Entretanto, devido às condições climáticas, com chuva e raios, o avião não conseguiu pousar e precisou retornar para São Paulo, antes de vir para Goiânia.

O elenco e comissão técnica desembarcaram no fim da tarde desta sexta em Goiânia e foram diretamente para o CT do Dragão. Sem atividade no gramado, o grupo de jogadores fizeram um trabalho de força na academia e retornam para mais dois treinos no fim de semana, um no sábado e outro no domingo, todos pela manhã. O próximo confronto será na segunda-feira (29) contra o Bahia, às 19h (horário de Brasília).

“A decisão de não descer em Chapecó foi acertada ao meu ver. O voo estava bastante tenso, não tinha visibilidade nenhuma, muitos raios e não tinha condição de pousar. Ficou sobrevoando um bom tempo na cidade e isso traz muita insegurança para muitas pessoas. Neste momento era o mais acertado para resguardar todos. Eu pensava que poderíamos descer mais próximo, mas o que recebi de informação é que estava muito congestionado naquela região”, destacou Adson Batista, presidente do Atlético-GO.

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O duelo contra a Chapecoense foi adiado para a próxima sexta-feira (3), às 20h, na Arena Condá. Com isso, a partida contra o Internacional, que estava marcado para domingo (5), foi para segunda-feira (6). O Atlético Goianiense entra na reta final da Série A com 41 pontos somados e a possibilidade de confirmar a permanência para 2022 antes da última rodada.

“Quando voltamos para São Paulo, entrei em contato com o presidente da FGF, André Pitta, para demonstrar a nossa preocupação, por ficar mais de 3 horas em um voo desgastante. Não tem como fazer futebol profissional assim. Houve uma sensibilidade da CBF, pois não é um jogo normal, estamos em um momento decisivo na competição, estivemos quase todo o torneio na primeira página, mas tivemos uma sequência fora de casa e ficamos um pouco fragilizados, mas é um momento que não podemos ter margem para erros”, completou Adson.

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