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Esporte
Copa do Mundo
17/02/2017 | 06h00
Presidente da Fifa quer sedes conjuntas em 2026
Agora, os planos da Fifa é que até mesmo quatro países recebam o torneio

Da redação 

Gianni Infantino, atual presidente da Fifa, quer a Copa do Mundo de 2026 com sedes conjuntas, assim como foi a edição de 2002, no Japão e Coreia do Sul. Em visita ao Qatar, país que recebe o Mundial em 2022, o mandatário explicou temer que muitos países percam o interesse em ter a competição em seus domínios e, por isso, espera que uma congregação seja o caminho no futuro.

“Nós iremos encorajar candidaturas conjuntas para sediar a Copa do Mundo, porque precisamos mostrar que a Fifa é sensata e temos de pensar na sustentabilidade a longo prazo”, explicou.

Quando o Brasil foi pentacampeão mundial, dois países sediaram a Copa pela primeira vez na história. Agora, os planos da Fifa é que até mesmo quatro países recebam o torneio. Com Estados Unidos, Canadá e México, por exemplo, a Concacaf pretende lançar candidatura.

“Estamos perfeitamente alinhados com nossas políticas de sustentabilidade e legado para trazer dois, três, quatro países juntos que podem apresentar um projeto com quatro ou cinco estádios cada. Certamente iremos apoiar isso. É ideal que os países sejam próximos para que haja facilidade nas viagens”, disse.

Azerbaijão e Turquia, além de Nova Zelândia e Austrália também seriam outras candidaturas conjuntas possíveis. Cazaquistão, Colômbia, Inglaterra e Marrocos também têm interesse em sediar o Mundial de 2026. 

Investigação

Um ano após tomar posse como o presidente da Fifa, Gianni Infantino, não consegue tirar a entidade do foco de investigações. Agora foi o Conselho da Europa que anunciou a abertura de investigações sobre a entidade, sob a suspeita de que as promessas de reforma no esporte mais popular do planeta não ocorreram e que violações continuam a ser cometidas pela cúpula da Fifa.

O Conselho da Europa indicou que vai examinar se a Fifa está aderindo às boas práticas de administração e regras de boas condutas. Em fevereiro de 2016, ao assumir a presidência da entidade, Infantino deixou claro que o período de crises tinha "terminado" e que ele iria virar a página na história da Fifa, marcada pela prisão de cartolas em 2015.

Mas, para uma das representantes do Conselho da Europa, Anne Brasseur, essa reforma foi lenta e Infantino não fez um esforço suficiente para limpar a Fifa do escândalo que eclodiu com a prisão dos dirigentes em investigação liderada pelo FBI. Brasseur foi, até o ano passado, presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e ocupou o cargo de ministra dos Esportes de Luxemburgo. Hoje, ela preside o Comitê de Esportes do Conselho da Europa. 

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