Marcelo Cabo analisa derrota para Avaí: ”Fomos pouco efetivos”

O Goiás voltou a perder na Série B e dessa vez depois de dez rodadas de invencibilidade na competição. A derrota por

Postado em: 22-09-2021 às 13h08
Por: Victor Pimenta
Treinador definirá substituto para Nicolas, suspenso, no restante da semana; Bruno Mezenga é o favorito para a posição | foto: Rosiron Rodrigues / Goiás EC

O Goiás voltou a perder na Série B e dessa vez depois de dez rodadas de invencibilidade na competição. A derrota por 1 a 0 para o Avaí na noite desta terça-feira (21), ainda pode custar a perda da posição na tabela, porém, o time ainda não tem chances de deixar o G-4 do campeonato.

Diferentemente das outras três derrotas na Série B, nessa o Goiás foi pouco criativo e menos ainda efetivo. Foram duas finalizações nos noventa minutos e ainda sendo totalmente dominado pelo Avaí que teve pouco mais de 60% da posse da bola.

“A gente foi muito competitivo dentro do planejamento que a gente elaborou, mas fomos pouco efetivos quando tínhamos a bola e hoje foi um dia que tivemos muito a baixo para criação. É isso que vamos observar, vamos analisar, para que a gente possa fazer as correções para o jogo seguinte. Oscilamos muito na parte ofensiva e conseguíamos recuperar a bola, mas fomos pouco efetivos no setor de criação e isso nos demandou muito de ter pouca criação no jogo e foi uma noite infeliz nossa nesse quesito”, analisou Marcelo Cabo.

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Reserva de Élvis, Albano não entrou nos dois últimos jogos em que o rendimento do camisa 10 titular voltou a desejar. O treinador falou sobre isso e também comentou quem será o centroavante titular no clássico de sexta-feira (24), diante do Vila Nova, afinal, com Nicolas suspenso, Bruno Mezenga e Welliton disputam a posição.

“O Albano vem treinando bem e evoluindo como o Salustiano hoje que não entrou bem em relação ao Mezenga que entrou bem. Na questão da leitura do jogo, do desenho do jogo para ele desenvolver. Ele joga (Albano) na posição do Élvis e no meu entendimento a gente precisava mexer em outras posições. Dificilmente o Welliton tem condições de jogar os noventa minutos e jogaria no máximo quarenta e cinco minutos. Ele (Welliton) vem de uma inatividade de seis meses, está fazendo um trabalho progressivo e a gente vai voltar e analisar essa possibilidade de quem vai ser o substituto do Nicolas”, ressaltou o treinador.

Desde que assumiu o comando técnico do Goiás, essa foi somente a segunda derrota de Marcelo Cabo à frente da equipe esmeraldina. O time que estava invicto havia dez partidas, só sabia o que era perder desde a derrota para a Ponte Preta, justamente na estreia do treinador que deverá fazer ajustes para o confronto no clássico de sexta.

“Esse foi meu décimo segundo jogo no comando à frente do Goiás. E essa foi a primeira partida nesses doze jogos que fomos muito aquém na criatividade. Claro que a gente trabalha com imagens depois e correções e é isso que a gente vai fazer. Com tudo, ainda perdemos um jogo com uma bola de uma infelicidade muito grande. Uma bola que certamente iria na mão do Tadeu e bateu no calcanhar do Salustiano e cobriu o Tadeu, então foi uma infelicidade muito grande dessa parte dessa bola de bater, desviar e tomar outra trajetória. Infelizmente temos pouco tempo de trabalho de campo que vamos passar os vídeos do jogo e correções, porque com certeza não temos muito tempo para lamentar e a partir de amanhã já temos que pensar no clássico contra o Vila Nova”, concluiu o técnico esmeraldino.

A equipe já volta a focar no próximo confronto, quando nesta sexta-feira (24), abre a 26ª rodada da Série B, ao enfrentar o Vila Nova, às 19 horas, no estádio Hailé Pinheiro. No primeiro turno o clássico terminou empatado em 0 a 0.

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